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Cerco se fecha no TSE! Justiça eleitoral investiga rede ilegal de "collabs" e vendas clandestinas de Flávio  Bolsonaro


Cerco se fecha no TSE! Justiça eleitoral investiga rede ilegal de
O  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu uma investigação contundente para desmantelar um esquema de impulsionamento ilegal e manipulação de alcance nas redes sociais operado em benefício do candidato Flávio Bolsonaro (PL).

anigifACN BRASIL

 

Cerco se fecha no TSE! Justiça eleitoral investiga rede ilegal de "collabs" e vendas clandestinas de Flávio 
Bolsonaro

 

O  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu uma investigação contundente para desmantelar um esquema de impulsionamento ilegal e manipulação de alcance nas redes sociais operado em benefício do candidato Flávio Bolsonaro (PL). Ação apresentada pela coligação do presidente Lula (PT) revelou a existência de uma verdadeira rede coordenada de perfis no Instagram que utilizava a ferramenta de coautoria (collabs) para burlar as regras eleitorais. Diante da gravidade dos fatos, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva concedeu prazo improrrogável de 48 horas para que a Meta preserve e entregue todos os dados cadastrais, registros de IP e metadados dos envolvidos.
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As investigações do jurídico do PT e da Secretaria Nacional de Comunicação do partido identificaram ao menos 1.826 publicações em formato collab distribuídas entre 492 perfis, que somavam uma audiência potencial de 147,3 milhões de seguidores. A manobra permitia que conteúdos da campanha de Flávio Bolsonaro fossem turbinados artificialmente sem contratação formal, sem identificação de responsáveis e à margem do controle contábil do TSE. Além disso, a representação apontou o uso abusivo de power comercial: 12 perfis com mais de 10 milhões de seguidores direcionavam os usuários para uma loja na plataforma Shopee (Bella Chic Store) que comercializava produtos de campanha bolsonaristas.

Em caso de descumprimento das ordens judiciais, tanto a Meta quanto a Shopee estarão sujeitas a uma multa diária de R$ 50 mil. A decisão do TSE sinaliza um freio definitivo nas táticas de abuso do poder econômico e de uso indevido dos meios de comunicação social empregadas pela extrema-direita nas redes. O tribunal analisa ainda pedidos de auditoria sobre a estrutura dos gabinetes parlamentares ligados ao bolsonarismo, avançando na responsabilização do grupo  político por tentativa de fraude e contaminação do processo eleitoral.


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