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Deputado do PT aciona PGR para confiscar passaportes de Flávio Bolsonaro e Valdemar da Costa Neto por risco de fuga


Deputado do PT aciona PGR para confiscar passaportes de Flávio Bolsonaro e Valdemar da Costa Neto por risco de fuga
O deputado federal Reimont protocolou um pedido urgente e contundente junto à Procuradoria-Geral da República exigindo a apreensão e a retenção imediata dos passaportes do senador Flávio Bolsonaro, do chefe partidário Valdemar da Costa Neto, do deputado Sóstenes Cavalcante e do criminoso cassado Eduardo Cunha.

 

Deputado do PT aciona PGR para confiscar passaportes de Flávio Bolsonaro e Valdemar da Costa Neto por risco de fuga

 

O deputado federal Reimont protocolou um pedido urgente e contundente junto à Procuradoria-Geral da República exigindo a apreensão e a retenção imediata dos passaportes do senador Flávio Bolsonaro, do chefe partidário Valdemar da Costa Neto, do deputado Sóstenes Cavalcante e do criminoso cassado Eduardo Cunha. O parlamentar do PT fundamentou a representação apontando o risco iminente de fuga internacional dos envolvidos, após as investigações avassaladoras da Polícia Federal revelarem um esquema de corrupção e ladroagem com o dinheiro público. O congressista fluminense alertou para a gravidade das bandalhas crescentes operadas pela extrema direita e destacou a necessidade de impedir que os suspeitos fujam do país para escapar da justiça.

A ofensiva jurídica ganha força após a Polícia Federal desmascarar a engrenagem chefiada por Valdemar da Costa Neto, que mesmo sem exercer mandato utilizava parlamentares submissos como laranjas para abocanhar R$ 119 milhões em emendas de comissão. Mensagens e documentos apreendidos sepultaram o disfarce do clã, comprovando que as verbas da Saúde eram carimbadas clandestinamente como recursos privados do cacique do PL. Diante do rastro de fraudes, o ministro do Supremo  Tribunal Federal, Flávio Dino, agiu com firmeza ao congelar as contas e determinar o bloqueio de R$ 119 milhões em bens de Valdemar, dos quais R$ 104 milhões já haviam sido criminosamente pagos pelo erário.

O escândalo também expôs as entranhas da aliança espúria da extrema direita com o submundo da velha política ao fisgar o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O político cassado por corrupção operava um núcleo paralelo no esquema, direcionando fraudulentamente 29 emendas da Comissão de Saúde que somam R$ 6,15 milhões em benefício próprio, utilizando as mesmas táticas espúrias de ocultação de autoria. O ministro Flávio Dino aplicou duras sanções contra o ex-deputado, suspendendo os repasses federais sob suspeita e ordenando o bloqueio integral de seus bens no mesmo montante desviado, sufocando financeiramente a rede de desvios.

A peça enviada à PGR detalha como o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, atuou ativamente como testa de ferro para legitimar as fraudes e ocultar o caminho percorrido pelo dinheiro público roubado da população. Embora tente se esquivar das acusações alegando inocência, a bancada bolsonarista mergulhou em pânico com o avanço rápido das investigações policiais, que miram também os deputados Luiz Carlos Motta e Capitão Alden por emprestarem suas digitais institucionais para dar ares de legalidade à rapina orçamentária montada no parlamento.

O senador Flávio Bolsonaro acabou arrastado definitivamente para o centro da crise política ao tentar blindar o presidente de sua legenda com ataques desesperados contra as instituições democráticas. Em uma tentativa cínica de obstrução, o filho de Jair Bolsonaro acusou a Polícia Federal de agir com seletividade, utilizando as redes sociais para desviar o foco de suas próprias ligações perigosas com esquemas de paraísos fiscais e banqueiros investigados. A manobra desesperada do clã extremista reforça os indícios de que os envolvidos articulam uma rota de fuga internacional para evitar ordens de prisão iminentes.

A decisão de acolher o pedido de retenção de documentos e impedir a saída dos investigados do território nacional está agora nas mãos do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Caberá ao chefe do Ministério Público Federal analisar o robusto relatório entregue pelo Partido dos Trabalhadores e acionar formalmente o Supremo Tribunal Federal para decretar as medidas cautelares restritivas contra a cúpula bolsonarista. A sociedade civil acompanha o desenrolar das investigações sob a expectativa de que os abusos financeiros contra os cofres da União sejam punidos exemplarmente.

Assista ao vídeo:

Com informações do DCM

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