Investimento chinês no Brasil salta 45% e atinge US$ 6,1 bilhões em recorde histórico
O Brasil alcançou uma marca histórica em 2025 ao se tornar o principal destino global para investimentos diretos da China, superando potências como os Estados Unidos. Segundo o relatório anual do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), os aportes chineses no país somaram US$ 6,1 bilhões no último ano, representando um salto impressionante de 45% em relação a 2024. Esse fluxo recorde, distribuído em 52 projetos estratégicos, consolida a confiança internacional na estabilidade econômica e na liderança diplomática do governo Lula.
Os dados revelam uma mudança estrutural na parceria: o setor de manufatura tornou-se o segundo maior receptor de capital chinês, com US$ 2,66 bilhões, superando áreas tradicionais como petróleo e mineração. O protagonismo da BYD, que capturou sozinha 72% das vendas de veículos eletrificados no Brasil, simboliza a revolução industrial verde que o governo federal tem incentivado. Atualmente, o Brasil absorve quase 11% de todo o capital chinês investido no exterior, enquanto os EUA ficaram para trás com apenas 6,8%.
"Desde 2007, as empresas chinesas já injetaram US$ 85,5 bilhões no Brasil, mas 2025 marca o recorde de alcance geográfico, atingindo 20 dos 26 estados brasileiros", aponta o relatório.
Enquanto a China investe pesado na produção de valor agregado e tecnologia, os Estados Unidos tentam correr atrás do prejuízo, focando na extração de recursos. Recentemente, os EUA adquiriram a única mina de terras raras em larga escala do Brasil por US$ 2,8 bilhões, em uma tentativa de reduzir a dependência da Ásia. Para o governo brasileiro, esse cenário de disputa entre as superpotências é uma oportunidade de ouro para negociar acordos que tragam inovação e infraestrutura, mantendo a soberania nacional e o pragmatismo diplomático que marca a gestão atual.
Analistas destacam que o sucesso do Brasil em atrair esse volume colossal de recursos é uma resposta direta ao fim do isolamento vivido no governo anterior. A política externa "ativa e altiva" de Lula permitiu que o Brasil voltasse a ser um porto seguro para capitais globais que buscam sustentabilidade e segurança jurídica. Enquanto a extrema direita apostava no alinhamento ideológico cego, o governo democrático entrega resultados práticos: fábricas abertas, tecnologia de ponta e o Brasil no centro do tabuleiro econômico mundial.
Com os investimentos chineses ramificados por quase todo o território nacional, o impacto na geração de empregos qualificados é imediato. O país deixa de ser apenas um exportador de commodities para se tornar um polo de fabricação de veículos elétricos e equipamentos de alta tecnologia. O Brasil de hoje não escolhe lados por submissão, mas faz parcerias que priorizam o desenvolvimento do seu povo, provando que o respeito internacional é a chave para o progresso real e duradouro.
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Com informações do Sputnik/ South China Morning Post
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Cariacica/ES