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Brasil e Alemanha selam aliança histórica: Lula e Merz atropelam barreiras e focam em energia limpa


Brasil e Alemanha selam aliança histórica: Lula e Merz atropelam barreiras e focam em energia limpa
O Brasil reafirmou seu protagonismo na vanguarda da  economia verde durante o encontro  histórico entre o presidente Lula e o chanceler alemão Friedrich Merz, nesta segunda-feira (20), em Hanôver.

 

 
 

Brasil e Alemanha selam aliança histórica: Lula e Merz atropelam barreiras e focam em energia limpa


O Brasil reafirmou seu protagonismo na vanguarda da  economia verde durante o encontro  histórico entre o presidente Lula e o chanceler alemão Friedrich Merz, nesta segunda-feira (20), em Hanôver. Em uma declaração conjunta que selou parcerias estratégicas em inteligência artificial e tecnologias quânticas, Lula deu uma aula de soberania ao defender os biocombustíveis brasileiros contra o protecionismo europeu. O presidente destacou que o Brasil não precisa derrubar uma árvore sequer para ser a maior potência energética do planeta, apontando a recuperação de 40 milhões de hectares de terras degradadas como o caminho para produzir "pão e não bomba", em um recado direto aos que ainda insistem na economia do século passado.

A sintonia entre Brasília e Berlim foi consolidada pela defesa mútua do acordo entre Mercosul e União Europeia, uma negociação de 25 anos que Lula e Merz ajudaram a destravar. O chanceler alemão não poupou elogios à experiência brasileira em descarbonização, reconhecendo que o Brasil oferece soluções que o mundo não pode mais ignorar. O encontro, que teve como cenário a maior feira industrial do mundo, foi marcado por um gesto simbólico: Merz presenteou Lula com uma miniatura do Fusca, ícone da tradição industrial que une os dois países, mas o foco real esteve no futuro, com o anúncio de investimentos vultosos em bioeconomia e infraestrutura sustentável.

No campo da  política global, Lula voltou a enquadrar as potências ao cobrar uma reforma urgente e profunda no Conselho de Segurança da ONU. Com a autoridade de quem lidera um país que cansou de ser invisível, o presidente detonou o "privilégio de 1945" dos cinco membros permanentes e exigiu a inclusão de nações como Brasil, Alemanha, Índia e Nigéria na mesa onde se decide a paz mundial. Para Lula, a atual estrutura da ONU é incapaz de resolver as guerras que assolam a Ucrânia e o Oriente Médio, e somente um multilateralismo renovado, que respeite o peso das democracias emergentes, poderá garantir um futuro de estabilidade e justiça social para todos os povos.


Com informações do Brasil247




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